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Ariana Grande condena uso de sua música em vídeo do governo Trump e áudio é removido

Cantora classificou ação como "bárbara e desumana"; Casa Branca respondeu culpando imigrantes ilegais. Faixa foi silenciada após polêmica.

Sociedade9 veículos5 idiomas2 min de leituraAtualizado 21:54

A cantora norte-americana Ariana Grande conseguiu que a Casa Branca removesse a sua canção "Bye" de um vídeo publicado no TikTok que promovia as políticas de imigração do presidente Donald Trump. A peça, divulgada a 8 de junho, mostrava agentes do Serviço de Imigração e Controlo de Alfândegas (ICE) a algemar e deter pessoas, com a faixa de 2024 como banda sonora e a legenda "Bye-bye… O presidente Trump criou a fronteira mais segura da história". Grande reagiu diretamente na publicação: "Por favor, não usem a minha música em relação a esta barbárie desumana e atroz". A porta-voz da Casa Branca, Abigail Jackson, ripostou que "o que é realmente bárbaro, desumano e atroz são os estrangeiros ilegais criminosos que feriram e assassinaram cidadãos americanos inocentes".

Horas depois do comentário, o áudio do vídeo foi silenciado. A equipa de Grande confirmou que estava a trabalhar para retirar a canção, e a própria artista acrescentara inicialmente um "F*** ICE" que se tornou invisível publicamente. O episódio não é isolado: a imprensa árabe recorda que outras artistas, como Sabrina Carpenter e SZA, já tinham manifestado objeção ao uso das suas músicas em conteúdos ligados às políticas migratórias norte-americanas, revelando um padrão de resistência cultural à apropriação política de obras artísticas.

Na perspetiva europeia, o incidente foi lido como mais um capítulo do choque entre a administração Trump e o universo da cultura pop. Observadores em Lisboa notam que o caso ecoa debates recorrentes no espaço lusófono sobre os direitos dos artistas face ao uso não autorizado das suas criações em campanhas oficiais — no Brasil, são conhecidos os protestos de músicos contra a utilização de canções em atos eleitorais sem consentimento. A controvérsia sublinha a tensão entre a liberdade artística e a comunicação governamental, num momento em que as redes sociais amplificam tanto a mensagem política como a reação dos criadores.

O desfecho imediato — a remoção da faixa — pode criar um precedente, mas a resposta desafiante da Casa Branca sugere que o atrito persistirá. A utilização de música comercial por contas oficiais levanta questões jurídicas sobre direitos de autor e direitos morais, especialmente quando o contexto é apresentado como propaganda de Estado. Com o reforço da narrativa de controlo migratório, é provável que mais artistas se distanciem publicamente, alimentando um boicote cultural que transcende fronteiras e coloca a arte no centro do debate político contemporâneo.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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A Casa Branca publicou um vídeo no TikTok mostrando prisões do ICE ao som de 'Bye', de Ariana Grande, exaltando a segurança da fronteira. Grande condenou publicamente o uso como 'absurdo bárbaro, desumano e hediondo' e exigiu que sua música jamais fosse associada a tais imagens. O incidente reacendeu o debate sobre a comunicação migratória do governo e o controle dos artistas sobre suas obras.

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Ariana Grande reagiu com fúria depois que a Casa Branca usou seu hit 'Bye' em um vídeo mostrando migrantes algemados sendo deportados, chamando a política de 'absurdo bárbaro, desumano e hediondo'. Após seu protesto, a Casa Branca silenciou o áudio, mas sua porta-voz retrucou que os verdadeiramente desumanos são os imigrantes ilegais. O embate expõe a profunda cisão entre a linha dura migratória do governo Trump e o mundo cultural.

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A cantora americana Ariana Grande exigiu que a administração presidencial dos EUA parasse de usar sua música para promover a política anti-imigração. A Casa Branca havia usado sua canção em um vídeo nas redes sociais sobre fiscalização de fronteiras. O relato não detalha o conteúdo do vídeo nem a resposta do governo.

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A estrela pop Ariana Grande atacou a Casa Branca por usar sua música em um vídeo que mostrava agentes do ICE fazendo prisões, com uma legenda elogiando as medidas de fronteira. Ela exigiu com raiva que sua música não fosse associada a 'atos bárbaros e desumanos', provocando ampla reação nas redes sociais. As autoridades posteriormente removeram o áudio do vídeo após a escalada da polêmica.

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MillenniuM12 de jun., 12:43
L'Espresso12 de jun., 17:22
MSNBC12 de jun., 19:23
RBK12 de jun., 10:44
Adom Online12 de jun., 11:47
Süddeutsche Zeitung (SZ)12 de jun., 17:22
Al-Jadeed12 de jun., 10:45
The Independent12 de jun., 10:45