Scaloni adia convocação e surpreende até Messi com plano inédito para o Mundial 2026
Com prazo a apertar, Argentina ainda não divulgou lista dos 26; treinador leva grupo alargado nos particulares e promete 'deixar a vida' no torneio.

Enquanto a maioria das 48 seleções já entregou à Fifa as listas finais para o Mundial, a Argentina campeã mantém o suspense. Na perspetiva de Brasília, o atraso argentino contrasta com a agilidade de outras equipas, incluindo o Brasil, cuja convocação é conhecida. A imprensa argentina reporta que Lionel Scaloni só anunciará os 26 eleitos entre esta quinta e sexta-feira (28 e 29 de maio), a poucos dias do prazo regulamentar de 2 de junho.
A demora esconde uma gestão minuciosa de riscos. Observadores em Lisboa notam que o plantel albiceleste tem várias peças a recuperar de lesão — Cuti Romero, Montiel e Nahuel Molina, que devem chegar em condições ótimas, segundo fontes de Buenos Aires. Para lá disso, Scaloni surpreendeu ao levar um grupo mais numeroso do que o habitual para os amigáveis nos EUA, uma decisão que, de acordo com a imprensa do Sudeste Asiático, deixou Lionel Messi e outros veteranos perplexos. A estratégia visa antecipar imprevistos físicos e testar variantes táticas num torneio mais longo e desgastante.
Em entrevista à televisão argentina, Scaloni deu pistas. “Aprendi que um Mundial permite mudanças à medida que se avança. Por isso a lista é crucial. Hoje, se tudo correr bem, teremos jogadores para dar mais vertigem, mas sem alterar a nossa identidade”, afirmou, prometendo ainda que a equipa vai “deixar a vida” em campo. O treinador sugere uma mescla entre a base bicampeã da América e alguns nomes capazes de acelerar o jogo quando necessário, respondendo a um formato alargado a 48 seleções que exige versatilidade.
A cobertura internacional sublinha a exceção: dos 48 participantes, 31 já oficializaram as suas escolhas, conforme levantamento da imprensa brasileira. A África do Sul, adversária inaugural do México, e a Coreia do Sul, que divulgou a sua trinca de guarda-redes, são exemplos. A Inglaterra e a Croácia já sabem os seus percursos desde o sorteio. A seleção argentina é uma das ausências notáveis, alimentando especulações sobre possíveis baixas ou ajustes de última hora.
À medida que o relógio corre, a pressão aumenta, mas a postura de Scaloni revela um técnico ciente do legado. Com Messi a disputar, muito provavelmente, o seu último Mundial, a Argentina aposta num planeamento que combina pragmatismo e ambição, sem descurar a identidade que lhe devolveu a glória em 2022. O mundo aguarda a lista que tentará repetir a festa no México, Canadá e Estados Unidos.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
Argentina gears up for the World Cup with a blend of pride and pragmatism. Coach Scaloni reassures fans by promising total commitment, while the final squad list is delayed until late May due to injuries to key starters. Local outlets detail the doubtful and certain players, emphasizing the need for tactical flexibility to defend the title.
Indonesian media remark with surprise at Scaloni's unusual move: taking extra players on the US tour. The decision reportedly shocks even Messi, as local outlets highlight a risky but potentially game-changing strategy to keep Argentina's title defense alive.
In the U.S., the World Cup is already a showcase for domestic talent. Anglo-American outlets spotlight key American players, entirely overlooking the reigning champion’s coach. The focus stays on the US team’s buildup and future, reflecting a self-contained build-up narrative.
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