Militante do Hezbollah infiltra território israelita e dispara contra forças do IDF perto da fronteira
Um combatente do Hezbollah atravessou a vedação na zona de Ramim Ridge, abriu fogo contra tropas israelitas e foi morto. O exército montou buscas, enquanto versões divergem sobre se a incursão ocorreu em solo israelita ou num enclave disputado.

Uma incursão armada a partir do sul do Líbano abalou esta terça-feira a sensação de controlo militar israelita sobre a faixa fronteiriça. Um combatente do Hezbollah conseguiu transpor a vedação de segurança na área de Ramim Ridge e abriu fogo contra soldados das Forças de Defesa de Israel (IDF) que operavam nas imediações, antes de ser abatido pelas tropas. O exército israelita confirmou que não houve feridos entre os seus militares, mas lançou uma operação de busca para excluir a presença de outros infiltrados, enquanto os residentes das localidades de Misgav Am, Margaliot e Manara foram instruídos a permanecer em casa.
As narrativas sobre o local exato da incursão revelam a complexidade de uma linha fronteiriça nunca formalmente demarcada. Fontes militares israelitas, citadas pelo Jerusalem Post, sublinham que o atacante disparou a partir de território israelita, embora admitam que ele apenas acabara de cruzar a vedação, sem progredir para o interior. Já meios de comunicação alinhados com o Hezbollah, como o Al-Manar, descrevem o incidente como tendo ocorrido num “enclave israelita” situado atrás da vedação, mas dentro do Líbano — o que enquadraria a ação como um confronto em solo libanês. A contradição sublinha o estatuto ambíguo de microterritórios ao longo da fronteira, uma herança da retirada israelita de 2000 que nunca foi totalmente sanada por acordos de cessar-fogo.
Na perspetiva de Tel Aviv, a infiltração constituiu um embaraço significativo para o IDF, que declarara controlar a zona sul libanesa após a ofensiva do ano passado. O exército enviou uma unidade especial de comando para a zona e prossegue as buscas, sem confirmar quantos combatentes poderão ter entrado. Em Teerão, onde o Mehr News noticiou a ação como uma operação bem-sucedida que apanhou as forças israelitas de surpresa, o episódio foi lido como uma demonstração de capacidade residual do Hezbollah. Observadores em Lisboa e Brasília, que acompanham o conflito a partir de uma perspetiva diplomática, notam que incidentes como este minam a frágil pausa nas hostilidades e alimentam os discursos de quem defende uma zona-tampão mais agressiva.
A confirmação de que o combatente envergava uniforme militar do Hezbollah e trocou tiros diretamente com os soldados reforça o simbolismo do ataque. Embora o saldo operacional seja limitado — um infiltrado morto e nenhuma baixa israelita — o impacto propagandístico é considerável, sobretudo para um movimento que procura reafirmar-se após meses de pressão militar. As operações de busca prosseguem noite dentro, enquanto analistas se interrogam se este episódio isolado antecipa uma tática de infiltrações em pequena escala destinada a testar a vigilância da fronteira e o estado de alerta de um exército que, apesar do seu poder tecnológico, continua vulnerável a um adversário que conhece o terreno como ninguém.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
Combatentes do Hezbollah infiltraram-se nos territórios ocupados, surpreendendo o exército do regime sionista que afirmara ter limpado a zona fronteiriça. Forças israelenses enviaram uma unidade de comando e continuam a busca para saber quantos homens entraram. A operação representa uma falha grave de segurança para Telavive e uma vitória de propaganda para a resistência.
O exército israelita reconheceu que um combatente da resistência atravessou a fronteira libanesa perto de Ramim Ridge, abriu fogo contra as tropas e foi morto quando os soldados responderam. O homem usava uniforme do Hezbollah; nenhum soldado israelita ficou ferido. O episódio destaca a capacidade da resistência de romper as barreiras fronteiriças apesar das fortificações.
Um terrorista do Hezbollah conseguiu romper a cerca da fronteira e entrar em território israelita, abrindo fogo contra soldados antes de ser morto pelas FDI. A infiltração, num momento em que o exército afirma controlar o sul do Líbano, é um grande embaraço e uma vitória de relações públicas para o grupo terrorista libanês. A investigação está em curso.
Tropas israelitas mataram uma pessoa num incidente a tiro perto de Ramim Ridge, no norte de Israel, junto à fronteira com o Líbano. Segundo as forças armadas israelitas, os soldados responderam ao fogo. Não foram divulgados mais pormenores.
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