Messi retorna com minutos limitados no último amistoso da Argentina antes do Mundial de 2026
Lionel Scaloni confirmou a presença do craque contra a Islândia, mas com cautela física; rivalidade com Brasil e preocupação com Neymar ecoam no mundo lusófono.

A seleção argentina realiza na noite desta terça-feira (9) o seu derradeiro teste antes do Mundial de 2026, com Lionel Messi confirmado em campo diante da Islândia, no Jordan-Hare Stadium, em Auburn, Alabama. O técnico Lionel Scaloni afirmou que o capitão jogará, mas ainda definirá a minutagem exata para evitar riscos físicos, após o astro ter perdido o amistoso anterior contra Honduras por fadiga muscular na coxa esquerda. “Sim, vai jogar. O que não sei é quantos minutos, tenho que falar com ele ainda no treino”, declarou o treinador, que admitiu existirem “rapazes que não estão a 100%”.
A partida, que antecede em uma semana a estreia no torneio diante da Argélia, ocorre com baixas relevantes. O goleiro Emiliano “Dibu” Martínez, lesionado num dedo, deve estar apto apenas para o jogo inaugural, pelo que Gerónimo Rulli será titular. Na defesa, persiste a dúvida entre Nicolás Capaldo e Agustín Giay na lateral direita, enquanto o quarteto ofensivo deverá contar com Enzo Fernández, Rodrigo de Paul, Alexis Mac Allister e um atacante a definir entre Lautaro Martínez e José López. A equipa médica monitoriza cada movimento do capitão, cuja presença mínima já é considerada vital para a confiança do grupo, e a estratégia de risco controlado servirá também para gerir a condição de outros jogadores que não estão no pico de forma.
Do ponto de vista lusófono, o amistoso ressoa de diferentes maneiras. No Brasil, a imagem de Messi em gestão de risco contrasta com a de Neymar, que, segundo relatos, permanece a fazer trabalho de ginásio e preocupa a comissão técnica canarinha. A rivalidade histórica entre as duas potências sul-americanas amplifica a atenção aos sinais de fragilidade física de ambos os craques. Observadores em Lisboa notam que a dosificação de minutos de um jogador de 38 anos reflete uma tendência europeia de preservação de veteranos para competições curtas. Nos países africanos de língua portuguesa, onde o carisma de Messi cativa multidões, a expectativa pelo seu desempenho na Copa é elevada, mas a prudência na fase final da preparação é compreendida.
Este último ensaio funciona, portanto, como um laboratório tático e de gestão humana para Scaloni. Mais do que afinar o onze base, o técnico procura transmitir segurança a um plantel que carrega o estatuto de campeão em título. A cautela em redor de Messi — cuja contribuição em minutos será decidida após conversa com o jogador — poderá definir o tom de uma campanha em que a Argentina busca revalidar o cetro mundial, numa conjuntura que também ecoa as preocupações de outras seleções com as suas estrelas, como o Brasil de Neymar.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
A seleção argentina, com Messi de volta, faz hoje à noite seu último amistoso contra a Islândia. O técnico Scaloni confirmou que o capitão atuará por alguns minutos, administrando cuidadosamente sua condição para evitar lesões antes da Copa.
Enquanto Messi deve atuar por poucos minutos pela Argentina contra a Islândia, Neymar continua preso na academia, destacando os caminhos opostos dos dois gigantes sul-americanos. Os veteranos ainda juram pela rivalidade Brasil-Argentina, mas a Geração Z está dividida entre Ronaldo e Messi.
O batalhão do Tango argentino enfrenta a Islândia no último teste, com o técnico Scaloni esclarecendo que a participação de Messi será limitada a poucos minutos para evitar qualquer risco físico. Como atual campeão, protegem meticulosamente a defesa do título antes da Copa.
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