Emirates e Real Madrid selam patrocínio recorde até 2031 com basquete e formação
Acordo histórico, o mais longo da La Liga, chega a 100 milhões de euros anuais e inclui as equipas de basquetebol e jovens. Florentino Pérez foi reeleito presidente até 2030.

O Real Madrid blindou o seu futuro comercial e institucional com dois movimentos que se reforçam mutuamente. A companhia aérea Emirates prolongou o vínculo como patrocinadora principal até 2031, naquele que passa a ser o maior contrato de exibição de marca em camisolas da história da liga espanhola [A3][A4]. A renovação, anunciada esta semana, amplia a parceria para territórios inéditos: além dos plantéis masculino e feminino de futebol, o acordo vestirá também as equipas de basquetebol e as camadas jovens do clube, num sinal de aposta no talento de base [A3][A5]. Embora os valores não tenham sido oficialmente revelados, o diário AS estima que o montante possa rondar os 100 milhões de euros por temporada, consolidando o Real Madrid no topo da pirâmide financeira do futebol mundial [A5].
A solidez negocial assenta na continuidade da presidência. Florentino Pérez foi reeleito para um novo mandato, que se estenderá até 2030, com 65 por cento dos votos, batendo o empresário Enrique Riquelme, que recolheu 35 por cento das preferências [A1]. A eleição mobilizou mais de 33 mil sócios — um número expressivo que interrompeu duas décadas sem escrutínio interno para a liderança do clube [A1]. A coincidência de calendários entre o novo ciclo diretivo e o horizonte do patrocínio não é fortuita: o carismático dirigente de 79 anos personifica a estabilidade que os grandes parceiros comerciais exigem para investimentos de longo prazo.
Na perspetiva de Brasília e de Lisboa, a extensão da aliança com a Emirates reforça a omnipresença da marca Real Madrid nos mercados de língua portuguesa, onde a diáspora de adeptos merengues é das mais fiéis do planeta. A inclusão do basquetebol no acordo tem particular ressonância em países como o Brasil e Angola, onde a modalidade cresce em popularidade e os ídolos do clube da capital espanhola são seguidos com devoção. Para o universo lusófono, o prolongamento da parceria até 2031 significa que a icónica frase “Fly Emirates” continuará a ecoar nos relvados e pavilhões, servindo de ponte entre o negócio global do desporto e uma legião de consumidores que consome futebol e basquetebol em português.
A conjugação de fatores desenha um horizonte de previsibilidade raro no futebol contemporâneo. A reeleição de Pérez afasta fantasmas de instabilidade institucional, enquanto o contrato com a Emirates, iniciado em 2011 como simples patrocínio e escalado em 2013 para a camisola principal, atinge agora maturidade suficiente para abraçar múltiplas frentes desportivas [A2][A5]. O Real Madrid não só segura receitas que lhe permitem competir com os rivais europeus, como também testa um modelo de parceria integral que poderá tornar-se referência para outros gigantes do desporto.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
Florentino Pérez foi reeleito presidente do Real Madrid até 2030, com 65% dos votos na primeira eleição disputada do clube em duas décadas, que registou uma forte participação dos sócios. Agradeceu aos adeptos e considerou a vitória um dia lindo para todos os madridistas.
A Emirates e o Real Madrid renovaram a parceria até 2031, no patrocínio de camisola mais longo da história da Liga. O acordo abrange as equipas masculina e feminina, a formação de jovens e o basquetebol, cimentando uma relação que começou em 2011 e se aprofundou com o logótipo na camisola desde 2013.
A companhia Emirates prolongou o contrato de patrocínio com o Real Madrid por mais cinco anos, mantendo-se como patrocinadora principal das equipas de futebol e basquetebol até 2031. Os valores não foram divulgados, mas a imprensa espanhola estima que o acordo possa rondar os cem milhões de euros.
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