Helicóptero Apache dos EUA cai no Golfo de Omã e tripulantes são resgatados
Dois militares foram salvos após a queda de um AH-64 Apache perto do Estreito de Ormuz. As causas são investigadas; Trump assegura que os pilotos estão em segurança.

Na noite de segunda-feira, 8 de junho, um helicóptero de ataque AH-64 Apache do Exército dos Estados Unidos caiu nas águas do Golfo de Omã, muito próximo do estratégico Estreito de Ormuz. A operação de resgate, coordenada pelas forças navais americanas na região e com participação da 82.ª Divisão Aerotransportada, da Task Force 59 e de unidades aéreas, conseguiu recuperar os dois tripulantes em cerca de duas horas. Ambos estavam em estado estável, informou o Comando Central dos EUA (CENTCOM), detalhando que o acidente ocorreu às 19h33 (hora da costa leste americana) enquanto a aeronave realizava uma patrulha rotineira em águas territoriais. O presidente Donald Trump, questionado no aeroporto JFK após assistir a um jogo da NBA, garantiu que os pilotos “estão bem” e adiantou que os Estados Unidos divulgariam um relatório preliminar na terça-feira.
A investigação sobre as causas ainda está em curso e, por enquanto, as autoridades não descartam nenhuma hipótese. Relatos iniciais citados por veículos como o The New York Times mencionavam a possibilidade de a aeronave ter sido atingida por disparos de forças iranianas, mas fontes próximas ao caso sublinham que a falha técnica ou outros problemas também são considerados. A confirmação por parte do CENTCOM de que o aparelho caiu perto da costa omanita reduz, contudo, a probabilidade de um incidente com fogo hostil, uma vez que o local está afastado das zonas de tensão direta com o Irão. O silêncio de Teerão e a rapidez com que os tripulantes foram postos a salvo alimentam, em Washington, a perceção de que não se tratou de uma ação deliberada por parte da República Islâmica.
Na perspetiva de Brasília, a queda de uma aeronave militar num ponto nevrálgico do comércio global de petróleo acende alertas sobre a volatilidade das cotações do barril, capazes de afetar a pré-sal e o equilíbrio fiscal brasileiro. Observadores em Lisboa sublinham que qualquer escalada no Golfo Pérsico – amplamente coberta pela imprensa lusófona em versões persas e árabes – repercute diretamente na segurança energética europeia e nas rotas marítimas para a África Austral. Em Luanda, a atenção recai sobre o possível impacto nos preços do crude, num momento em que Angola procura estabilizar a produção e diversificar parceiros, atenta à correlação entre instabilidade no Médio Oriente e fluxos de investimento.
O episódio, aparentemente circunscrito, inscreve-se num quadro de fricção persistente entre Washington e Teerão, mas também revela a capacidade de projeção rápida das forças americanas na região. A prometida divulgação de um relatório na terça-feira por Trump deve oferecer pistas sobre a origem do acidente, embora seja previsível que a versão oficial evite alimentar especulações enquanto a investigação técnica não estiver concluída. Para além do desfecho imediato, o caso testa a resiliência dos canais de comunicação indireta entre os dois países e relembra que, mesmo sem um confronto aberto, o Estreito de Ormuz permanece um palco onde a fricção militar pode irromper em segundos.
Como a mesma história é contada em outros lugares.
O CENTCOM anunciou o resgate de dois tripulantes de um helicóptero Apache que caiu perto do Estreito de Ormuz durante uma patrulha em águas territoriais. Os dois foram resgatados em segurança em cerca de duas horas pela Marinha e outras forças dos EUA e estão em estado estável. A causa do acidente ainda está sob investigação.
Após os primeiros relatos, o CENTCOM confirmou a queda de um helicóptero Apache ao largo da costa omanense, perto do Estreito de Ormuz, uma área de alta tensão. Washington investiga a causa, enquanto os dois tripulantes foram resgatados em segurança. O incidente evidencia os riscos das constantes patrulhas norte-americanas nas águas regionais.
Uma resposta rápida permitiu que o pessoal americano resgatasse dois soldados após a queda do seu Apache no mar. O presidente Trump elogiou o sucesso da operação e o estado da tripulação. A eficiência das forças armadas dos EUA transformou um drama potencial em uma demonstração de prontidão.
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