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Dinamarca volta a brilhar no Giro com vitória de Valgren na etapa 17

Michael Valgren impôs‑se na 17.ª etapa do Giro, numa jornada de fuga sem impacto na geral; Jonas Vingegaard mantém liderança tranquila. Damiano Caruso foi terceiro.

Esporte5 veículos3 idiomas3 min de leituraAtualizado 04:30

A 109.ª edição do Giro d’Italia confirmou esta quarta‑feira a hegemonia dinamarquesa na alta‑montanha. Michael Valgren, da EF Education‑EasyPost, venceu isolado a etapa entre Cassano d’Adda e Andalo, depois de lançar o ataque certeiro a um quilómetro da meta e resistir ao regresso de Andreas Leknessund e Damiano Caruso. Com um disco de hóquei que o filho lhe entregou como amuleto, Valgren celebrou o primeiro triunfo da carreira na Corsa Rosa, num dia em que o seu amigo de infância Jonas Vingegaard geriu a diferença confortável para os perseguidores. A imprensa italiana sublinha o gesto simbólico do corredor de 34 anos e a festa dos muitos adeptos dinamarqueses na última curva da subida final.

Em Itália, a atuação de Damiano Caruso concentrou as atenções. O siciliano, segundo ciclista mais velho em prova, foi monumento de resistência e só cedeu no quilómetro derradeiro, arrecadando o terceiro lugar da tirada e um salto para o nono posto da geral, graças aos mais de cinco minutos que a fuga conquistou ao grupo da maglia rosa. A crónica local registou ainda a crise de Giulio Pellizzari e a frustração de Giulio Ciccone, que nada puderam fazer para contrariar o ritmo dos escapados. A passagem do Giro por Lavis, recordou‑se, evoca o mítico Circuito degli Assi que, a partir de 1955, atraiu lendas como Fausto Coppi e Fiorenzo Magni.

Do lado colombiano, a jornada soube a novo quase‑triunfo. Éiner Rubio voltou a infiltrar‑se na fuga e terminou na quinta posição, a escassos metros de concretizar a segunda vitória de etapa na carreira. “Não me rendo”, afirmou o ciclista do Movistar, que já por cinco vezes procurou o sucesso parcial nesta edição. Os observadores em Bogotá notam que Egan Bernal, apesar de não ter sofrido desgaste maior, saiu do top‑10 da classificação geral, num dia em que o comando de Vingegaard permaneceu inalterado.

A cobertura germânica realça o domínio sem sobressaltos do líder dinamarquês, que conta agora com 4 minutos e 3 segundos sobre o austríaco Felix Gall e 4 minutos e 27 segundos sobre Thymen Arensman. Nem os três portos de terceira categoria do percurso de 202 quilómetros e 3.257 metros de desnível acumulado conseguiram beliscar a estrutura da geral. Leknessund, segundo na etapa, também foi destacado pela crónica suíça como a única réplica ao ataque de Valgren. Com três dias de corrida até ao encerramento em Roma, o Giro prepara‑se para atravessar territórios carregados de história, como o antigo circuito de Lavis, enquanto a supremacia escandinava se consolida e os sul‑americanos, de Rubio a Bernal, procuram reescrever o epílogo da prova.

Como a mesma história é contada em outros lugares.

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The Andalo stage underscored Danish grip on the Giro: Michael Valgren soloed to victory from the break, Jonas Vingegaard comfortably held the overall lead. Damiano Caruso took a solid third and jumped up the standings, as the route touched Lavis, site of a legendary circuit that once attracted cycling's greatest names.

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Colombian prospects took a hit on the stage: Egan Bernal fell out of the top ten overall, and Éiner Rubio, after another strong breakaway, again narrowly missed the win, placing fifth. The rider from Boyacá vowed to keep fighting for a stage victory.

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